Comerciantes reclamam do mau planejamento viário da cidade.

Com poucas vagas para estacionamento, a avenida Jean Lieutaud, forte ponto comercial de Rio Grande da Serra, vem sendo alvo de reclamações por parte de comerciantes e motoristas.

Para os comerciantes, a falta de vagas têm atrapalhado os clientes que muitas vezes deixam de comprar por não encontrar lugar para estacionar e para os motoristas, além da irritação de não encontrar vagas, ainda reclamam da bagunça causada por quem estaciona em fila dupla e fora dos recuos de estacionamento, atrapalhando o fluxo do trânsito.

“Quando a avenida foi reformada, a demanda de transito e movimento em Rio Grande da Serra era uma, mas agora isso mudou. Precisa de adequações.”, explica um dos comerciantes.

Outras reclamações fica por conta do que dizem “erro no projeto da avenida”, em relação aos pontos de ônibus, que obrigam a interrupção do trânsito quando param para descarregar passageiros e a falta de regras para carga e descarga, o que provoca o mesmo problema.

A avenida Jean Lieutaud, possui apenas uma faixa para veículos em cada sentido e calçadas bastante largas. Fica no bairro Santa Tereza, o mais populoso da cidade e possui um centro comercial que vem crescendo à passos largos em relação à outros locais da cidade.

Mas a falta de planejamento urbano, principalmente quando se refere à vias públicas tem sido algo antigo em Rio Grande da Serra.

Exemplo disto é a falta de regulamentação embasada em Lei que trata de uso de solo nas vias públicas, falta de um Departamento ou Secretaria de Trânsito e também a ausência de convênio com órgãos fiscalizadores, este último, dependente de Lei.

Hoje, como já mostrado em reportagem anterior no Tribuna da Serra, apesar de existirem placas de proibido estacionar, de acordo com funcionário da Prefeitura em reunião do Conselho de Segurança – obedecer às placa depende apenas de bom senso do motorista.


Outro exemplo de gritante falta de planejamento, e até de competência, por parte da Prefeitura de Rio Grande da Serra, em relação aos projetos de vias públicas está no cruzamento entre as Ruas Dom Pedro I e Lídia Polone, onde absurdamente a lombada foi inserida após o cruzamento e não antes. Com isso a função da lombada que é reduzir a velocidade do veículo deixa de existir em um cruzamento onde até viatura policial já colidiu, além de atropelamentos que já aconteceram.

Em bairros de periferia, existem ruas onde há lombadas fora de padrão em tamanho e largura e critério. Exemplo da rua Arco Iris, onde na rua estreita de paralelepípedo e baixa velocidade foi colocado lombada há cerca de 20 metros uma da outra, próximo à curva de quase 90 graus.

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