Kiko fecha os olhos, e Rio Grande vira paraíso dos crimes ambientais

Ministério Publico cochila também e
esquemas de grilagem e ocupação avançam

Falta de fiscalização, descaso, omissão ou conivência são os motivos que fazem a cada dia Rio Grande da Serra se tornar o paraíso dos crimes ambientais.

Cidade com seu território em área de 100% manancial, berço das principais nascentes do sistema billings, apelidada de “pulmão” do ABC, dita como local de qualidade de vida rara, em comparação aos municípios tão próximos da capital, basta percorrer a cidade de um extremo ao outro para relacionar inúmeros problemas ambientais.

São milhares de caminhões de entulhos, lixos e terras, que chegam de diversas cidades que, encontram em Rio Grande da Serra uma grande facilidade para ser o “bota fora” à preço sem concorrência no grande ABC.

Vale lembrar que nas obras da Petrobras, de implantação do gasoduto, onde quilômetros de desmatamento e movimentação de terra aconteceram sem fiscalização alguma por parte da Prefeitura.

OCUPAÇÕES ILEGAIS DEGRADAM O MEIO AMBIENTE

Também são centenas de ocupações ilegais, em dezenas de bairros, onde informações dão conta que áreas consideradas de Proteção Permanente, são invadidas de maneira coordenada, demarcadas e vendidas ilegalmente à posseiros, através de “contratos de gaveta”, com a promessa de futura regularização e vistas grossas para o desmatamento e movimentação de terra no local. Construções são iniciadas, sem “habite-se”, e o mais grave: Fiscais, vereadores, policiais ambientais e até o prefeito tem conhecimento dos fatos, muitos já publicados na imprensa.

Um dos diversos problemas com o meio ambiente, se localiza na rua Ana bela, próximo à residência do prefeito, mas que, aparentemente, nunca foi denunciado e o terreno de um dos fiscais da prefeitura, irmão de parlamentar, que foi denunciado pelo Tribuna da Serra, depois que já havia despejado toneladas de entulhos à beira de um córrego e uma área de em dos empreiteiros, fornecedor da prefeitura, multado por derrubada de vegetação nativa em avenida movimentada da cidade.

Recentemente publicamos um flagrante, área de uma igreja, onde o local é classificado como APP – Área de Proteção Permanente – uma grande várzea estava sendo aterrada, transformada em um grande “bota fora” de terra e entulhos com lixo, onde a responsável pela área disse ter a autorização do prefeito para o cometimento deste crime. Denunciamos à CETESB que foi ao local e constatou o crime ambiental.

POLÍTICA DE MORADIA VAI CONTRA AOS INTERESSES DE GRILEIROS

A cidade de Rio Grande da Serra é a única do ABC que nunca construiu casas populares e também não estabeleceu uma política de moradia.

Com isso a demanda por moradia favorece quem utiliza de meios ilegais para enriquecer, através das grilagens que em muitos casos tomam a terra, desmembram por conta própria, vendem as partes divididas por meio de contratos de gaveta, com a promessa que tudo será resolvido na prefeitura.

Informações dão conta que, dezenas de construções estão em curso, sem com que passem pelo trâmite legal, sem o “habite-se”, apenas com autorização, ou vista grossas do poder Público. Com isso o município não arrecada as taxas, que deveriam ir para os cofres públicos.

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