Guerra fecha com maioria e poderá ser o presidente da Câmara de Rio Grande da Serra em janeiro.

Mas PT não “joga a toalha” e manterá o diálogo para convencer apoios

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Foi definido, antes do esperado, a garantia de que o futuro presidente da Câmara de Rio Grande da Serra deverá ser mesmo o vereador Edvaldo Francisco Guerra – PV.

Em uma reunião hoje, após a sessão ordinária, na própria Câmara, Guerra sentou para finalizar o diálogo com Claurício Bento – DEM, que também articulava para concorrer à cadeira de presidente.

Com seu grupo, o vereador do PV convenceu Claurício, novato no legislativo, à abrir mão de sua candidatura para apoiá-lo, e com isso trouxe num só bloco mais dois, também novatos, que vinham acertados com o Democrata, Israel Mendonça – PDT e Silvio – PMDB.

Segundo Israel, sua escolha pela candidatura de Guerra foi pelo compromisso com Clauricio: “Acompanhei ele.”; Já Silvio, justificou ser uma decisão partidária.

Para Claurício, o fato de Guerra ter comandado antes a Câmara pesou em sua decisão: “Já vinhamos conversando e hoje por volta das 10 horas conversamos novamente e, por isso, chamei o Israel e o Silvio para cá.”, explicou, completando que, daqui dois anos será uma nova conversa.

Já o vereador Guerra, satisfeito com a decisão do grupo, disse que foi pego de surpresa com a reunião: “Durante a sessão observei que foi chegando um por um, e de repente foi uma ótima oportunidade para sentar e fechar a questão.”, e continuou, “Durante a conversa foi possível sensibilizar os seis presentes, em torno de minha candidatura e espero completar o diálogo com os demais vereadores.”

Os demais vereadores, a quem Guerra se refere, são os eleitos pelo PSDB, cujo a ausência na reunião foi percebida por todos. Perguntado se houve algum problema, até pela saída, momentos antes da reunião, do vereador Waldemar Perillo, Guerra explicou: “Não há problema algum e da mesma forma em que fui pego de surpresa, o Waldemar também foi pego. O chamei, mas infelizmente ele tinha um compromisso e não pôde ficar. Quanto à Ângela da Tupperware e o Agnaldo, tentei contato com ambos, por telefone, mas não os localizei. E espero ter todos juntos conosco.”

Com relação ao posicionamento do possível grupo de dez vereadores, Guerra foi direto: “seremos governo, caso eu seja eleito.”, e quanto ao modo dele à frente da presidência, caso se eleja, em comparação ao antecessor, Perillo, explica que cada um tem um modo particular de agir e conduzir. “Sou diferente.”

Quanto à possibilidade de Perillo tentar, ainda na última sessão do ano, tentar modificar o regimento interno para habilitar a própria candidatura à presidência, já deu o recado pela maioria: “Não passará.”

Completando o grupo de apoio à Guerra, que participaram da reunião, somam-se João Mineiro – PTB, Messias – PV e Bibinho – PSC

CLAUDINHO LAMENTA, MAS DIZ QUE AINDA HAVERÁ NEGOCIAÇÃO

Para o vereador Claudinho da Geladeira – PT, que articula para que o vereador Cleson – PT  ocupe a presidência da casa de leis, a informação foi uma grande surpresa, visto que, segundo o vereador, teve conversa com Clauricio, que lhe garantiu que votar em Guerra seria totalmente fora de cogitação: “Uma lamentável surpresa, que não condiz com as pretenções que havia me falado, a de ser candidato à prefeito. Ele acaba de iniciar o enterro desta possibilidade, visto que sabemos bem como opera o governo, e logo irão anulá-lo. Isso já cansamos de ver acontecer. Inclusive o último que desejou ser prefeito, aconteceu igual. O governo abraçou e “matou” no ninho.”, e completa “Não dá pra ser candidato à prefeito sem ter uma postura contrária. Sem mostrar independência será muito difícil para ele. Representa um voto apenas no meio dos dez. Ficará refém diretamente. Paciência.”

Ainda Claudinho, confirmou que o PT continuará na oposição e que o trabalho de convencimento não terminou: “Ainda há muita água para rolar até o ano que vem. Vamos buscar os vereadores eleitos para conversar. Vamos abrir novamente o diálogo com todos. Quando propusemos a formar um bom grupo, foi para dar a oportunidade de todos adquirirem a experiência de presidir a Câmara. A proposta ainda está de pé. Não será a presidência apenas para o PT, mas para as demais siglas também. Da nossa parte, Cleson ainda é candidato e o diálogo com todos continua.”

One Response to Guerra fecha com maioria e poderá ser o presidente da Câmara de Rio Grande da Serra em janeiro.

  1. EU ACHO OTIMO QUE SEJA QUALQUER UM MAS QUE NAO VOLTE ESSE PERILLO DE NOVO JA BASTA TER QUE ENGULIR ELE COMO VEREADOR DE NOVO IMAGINE ELE PRESIDENTE DA CAMARA DE NOVO AHF NINGUEM AGUENTA MAIS ESSA MALA

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