ARTIGO: Pobres viciados e submissos, os políticos psico-escravos …

A classe política de Rio Grande da Serra vive um momento constrangedor.

Não por todos, mas por sua grande maioria, seja dos “posicionados” como situação ou como oposição.

Mas é interessante ver como muitos comportamentos, seja de vereadores, ex-vereadores, secretários (cargos políticos) e aliados, acabam por ser análogo ao de viciados em jogos de azar.

Os viciados em jogos, como, por exemplo, os ilegais caça niqueis, ficam ao lado de sua máquina preferida.

Criam até um vínculo de afeto, com a MÁQUINA, e quando o afeto enfraquece, mudam para uma especie de vínculo de fé, subjetivo.

Tudo para justificar à si mesmo, o porquê está permitindo desgastar a suas convicções, ideais, caráter e, em alguns casos, até suas raízes.

Então, o viciado “no jogo”, depois de permitir tamanha escravização, sente o peso da cobrança de outras pessoas, que ouvem suas patéticas argumentações, em defesa dessa MAQUINA e, por último, a cobrança de sua consciência, que lá longe, grita, rouca, que o caminho está errado.

Por vários momentos, o viciado sabe de seu erro… mas a ganância é forte….

Junto com a lucidez momentânea, fica a torcida, dele próprio, para uma pequena “conquista”, para poder mandar ainda mais longe essa incômoda voz da consciência,  mais rouca e fraca.

Uma conquista que, mesmo pequena, inútil, desprezível, o viciado usará como bandeira, estandarte, de valor muito acima da verdade.

Porque o viciado pode ter perdido milhões mas, os centavos que conquistou, dirá à si mesmo, o quanto valeu à pena… um verdadeiro estado de escravidão psicológica, submissão à MAQUINA e, como sempre, ele sempre dirá ter consciência do que acontece e que tudo está sob o seu controle. Dirá aos seus mais próximos.

NA POLÍTICA, NÃO FOGE MUITO À REGRA.

Os aliados à um Governo, exemplo de Rio Grande da Serra, buscam à todo custo, através de ginásticas mentais exaustivas, sempre uma justificativa que possa convencer, a si mesmo, não pular fora do grupo, no qual está envolvido, porém sem o menor reconhecimento.

O governo, astuto que é, sabe da condição de doente viciado, de seu aliado, e o deixa alí, junto à máquina, apostando seu tempo, para que não possa contar lá na frente com esse mesmo tempo, contra a própria MAQUINA, que é o governo.

Observam o pobre aliado, que temeroso em perder a vaga no banco dos que têm esperança, não muda de posição por um instante.

Um dia, a voz da consciência do pobre aliado, consegue romper a densa névoa de sua lucidez (que acredita gozar), e um lampejo de desconforto, revolta e contrariedade acaba surgindo, mesmo que tímido..

Atento, o governo, tal qual um caça-niqueis, libera um punhado de favores ridículos, (tão ridículo quanto os centavos de um caça-níquel), e o “lúcido” aliado se convence que “valeu a pena”, abraça sua MAQUINA predileta, se ajeita no banquinho de apostas e inicia novamente a aposta do seu precioso tempo.

Inteligentes? Sim, e sempre serão, enquanto acharem que são. Quando chegarem à conclusão de sua burrice, terão dado um passo para a sabedoria e libertação dessa escravidão psicológica, do qual não são vítimas, mas punidos pela própria ganância de seus caráteres, que só foram amplificados.

Adianta ler Maquiavel, se não aprenderam a jogar xadrez?

EM PALMAS, O VICE-PREFEITO RENUNCIOU.

Em reportagem do Folha de São Paulo, o vice-prefeito de Palmas, no Tocantins, renunciou seu cargo, depois de alegar que foi ignorado pelo governo, após a vitória. Sobre a renúncia, o prefeito eleito disse lamentar que o vice e aliados ligados à ele não participarão da administração.

Ou seja… depois da campanha, importância alguma.

A cidade de Rio Grande da Serra teve uma vice-prefeita, Helenice, que, apesar de ignorada e maltratada, ainda depois de “mudar de lado” e dizer que não estaria ao lado de pessoas ligadas ao crime, não teve a mesma dignidade e caráter do vice de Palmas.

Outra que já está sendo ignorada, a atual vice de Rio Grande da Serra, Marilza, que já desvalorizada, parece insistir em dizer que a “lua de Mel” está ótima.

Não é isso que corre pelos bastidores, que atestam a insignificância dela para o atual governo.

O vice de Palmas deu o exemplo de como se salva uma carreira política, mas para quem se entrega ao “jogo” feito um “viciado”, psico escravo, consegue ver “Lua de Mel” onde há divórcio…

One Response to ARTIGO: Pobres viciados e submissos, os políticos psico-escravos …

  1. Di Ramon disse:

    Muitas e muitas pessoas perdem o dia todo, lendo postagens insignificantes no face.
    Infelizmente são poucos que dedicam alguns minutos para ler informações como esta.

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